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Mundo Gospel

Antecedentes ao Embargo Marítimo - Veja você mesmo o que a Mídia quer fazer com Israel

Antecedentes ao Embargo Marítimo

  • Israel retirou suas forças militares e população da Faixa de Gaza em 2005. O Fatah, então, assumiu o controle da região. No entanto, em 2007, o Hamas tomou o controle da região à força.
  • Um dos objetivos declarados do Hamas é a destruição do Estado de Israel e consequente exterminação da população Israelense.
  • Desde então, o Hamas vem utilizando a região como plataforma de lançamento de mísseis, disparando-os frequentemente, deliberadamente e indiscriminadamente contra a população israelense.
  • Em dezembro de 2008 a situação tornou-se insustentável, desencadeando uma guerra entre o grupo terrorista e o exército israelense. O Hamas, no entanto, continua com os ataques até hoje.
  • É importante lembrar que Israel não age contra a população palestina, mas contra os atos do regime terrorista do Hamas, que não reconhece o Estado democrático de Israel.

Entenda melhor o motivo do embargo:

Por que Israel mantém um embargo marítimo à Faixa de Gaza?

  • O embargo, portanto, é mais uma das ferramentas pacíficas e legais utilizadas por Israel para pressionar o Hamas a abdicar de suas atividades terroristas e buscar a paz na região.
  • Israel NUNCA permitiu uma "crise humanitária" na Faixa de Gaza, como noticiado pela mídia anti-israelense.
  • Na realidade, Israel é um dos muitos países a enviar ajuda humanitária à Faixa de Gaza diariamente, exigindo, apenas, que se faça uma inspeção para evitar o contrabando de armas à região.

Assista o vídeo sobre a ajuda humanitária diária à Faixa de Gaza:

Para você que não entende inglês leia um texto explicativo sobre a legitimidade e legalidade do embargo

 

A flotilha de Gaza e do bloqueio marítimo de Gaza - O enquadramento jurídico

 31 de maio de 2010

Um bloqueio marítimo está em vigor ao largo da costa de Gaza. Tem sido aplicada, como Israel está atualmente em uma situação de conflito armado com o regime do Hamas que controla Gaza.

1. Um bloqueio marítimo está em vigor ao largo da costa de Gaza. Tal bloqueio foi imposto, como Israel está atualmente em uma situação de conflito armado com o regime do Hamas que controla Gaza, que tem repetidamente bombardearam alvos civis em Israel com armas que foram contrabandeadas para Gaza por via marítima.

2. Marítima bloqueios são uma medida legítima e reconhecida pelo direito internacional que possam ser implementadas como parte de um conflito armado no mar.

3. Um bloqueio pode ser aplicada no mar, inclusive em águas internacionais, desde que isso não impede o acesso aos portos e costas dos Estados neutros.

4. Os manuais militares de vários países ocidentais, incluindo os E.U. e Inglaterra reconhecem o bloqueio marítimo, como uma medida eficaz naval e estabelecidos vários critérios que fazem um bloqueio válidos, incluindo a exigência de dar o devido conhecimento da existência do bloqueio.

5. Neste sentido, convém notar que Israel divulgou a existência do bloqueio e as coordenadas precisas de como por meio de canais marítimos internacionais aceitos profissionais. Israel também forneceu a notificação adequada aos governos dos países afectados e os organizadores do protesto flotilha Gaza. Além disso, em tempo real, os navios que participam no protesto a flotilha foi avisado várias vezes que um bloqueio marítimo está em vigor.

6. Aqui, convém notar que, nos termos do direito consuetudinário, o conhecimento do bloqueio pode ser presumido, uma vez por bloqueio tenha sido declarado e notificação apropriada tiver sido concedido, como descrito acima.

7. Sob o direito marítimo internacional, quando um bloqueio marítimo está em vigor, nenhum barco pode entrar na área bloqueada. Isso inclui tanto civis como inimigo navios.

8. Um Estado pode tomar medidas para assegurar um bloqueio. Qualquer navio que viole ou tente violar um bloqueio marítimo, podem ser capturados ou mesmo atacado no direito internacional. Handbook O Comandante E.U. sobre a Lei de Operações Navais estabelece que um navio é considerado na tentativa de romper um bloqueio a partir do momento da navio deixar o porto com a intenção de contornar o bloqueio.

9. Aqui devemos notar que os manifestantes manifestaram a sua clara intenção de violar o bloqueio por meio de declarações escritas e orais. Além disso, a rota destes navios indicaram a sua clara intenção de violar o bloqueio em violação do direito internacional.

10. Dada a manifestantes intenção explícita de violar o bloqueio naval, Israel exerce seu direito sob a lei internacional para aplicar o bloqueio. Deve-se notar que, antes de medidas de coacção empresa, advertências explícitas foram transmitidas diretamente para os capitães dos navios, expressando a intenção de Israel de exercer seu direito de aplicar o bloqueio.

11. Israel tentou tomar o controle dos navios que participam na flotilha por meios pacíficos e de forma ordenada, a fim de reforçar o bloqueio. Dado o grande número de navios que participam na flotilha, uma decisão operacional foi feito para tomar medidas para reforçar o bloqueio de uma certa distância da área de bloqueio.

12. Israelense pessoal tentando impor um bloqueio foram recebidos com violência pelos manifestantes e agiu em legítima defesa para afastar tais ataques.

A proposta de Israel à Flotilha

  • Uma flotilha com 6 embarcações partiu do Chipre com suposta "ajuda humanitária" à Faixa de Gaza.
  • A marinha israelense interceptou as embarcações com a intenção de negociar pacificamente.
  • Qual foi a posiçãoda flotilha
  • REJEIÇÃO ÀS NEGOCIAÇÕES
  • Israel, então, fez uma proposta à flotilha: que toda a carga "humanitária" passasse por inspeção no porto de Ashdod, em Israel, e, então, seguisse com os próprios ativistas, por via terrestre, à Faixa de Gaza, controlada pela organização terrorista Hamas.
  • Qual foi a posiçãoda flotilha
  • REJEIÇÃO À PROPOSTA

Veja o interior do Marmara:

  • As inspeções de toda e qualquer carga com destino à Faixa de Gaza é comum, ocorrendo, inclusive, com quaisquer doações vindas do Brasil.
  • Então, pergunta-se: Se esta flotilha é, realmente, humanitária, por que não colaborou com o governo israelense a exemplo do que os outros governos fazem, incluindo o governo brasileiro?

Quem são os "Ativistas Pacifistas"?

  • O IHH (Insani Yardim Vakfi, ou humanitarian relief fund) é uma organização radical islâmica, criada em 1992, na Turquia.
  • Em 1996, foi identificada pela CIA (Agência de Inteligência dos EUA) como International Humanitarian Hilfsorganization, uma das 15 organizações a facilitar atividades terroristas de grupos na Bosnia.
  • A CIA ainda informa que a IHH possui conexões com grupos extremistas no Irã e na Argélia.
  • Em 2008, Israel identificou a conexão entre a IHH e o grupo fundamentalista islâmico Hamas.

Veja os ativistas a bordo, antes da flotilha partir, cantando contra os judeus e exaltando o martírio:



O que realmente aconteceu?

  • Diante da rejeição dos "ativistas paifistas" a marinha israelense enviou soldados à embarcação para que estes tomassem o controle da mesma, impedindo-a de chegar à Faixa de Gaza sem que fosse feita uma inspeção da carga.
  • Tamanha era a intenção de pacifismo de Israel, que os soldados receberam ordens para não utilizar armas de fogo, tendo utilizado, apenas armas de paintball.
  • As armas de fogo poderiam ser utilizadas apenas se os soldados sofressem algum tipo de ameaça às suas vidas.

Veja o vídeo do comandante da marinha israelense instruindo os soldados antes da operação:

  • A operação era considerada tranquila, no entanto, os soldados não esperavam que os "ativistas pacifistas" eram, na verdade, fundamentalistas preparados para atacá-los, alguns deles tinham, inclusive, máscaras de gás.
  • Os tripulantes atacaram os soldados com barras de metal, pé-de-cabra, tacos de baseball, facas e armas de fogo.
  • Os soldados foram vítimasde uma emboscada muito bem planejada.
  • Ao atacarem os soldados, os tripulantes tomaram suas armas de fogo e as usaram contra eles. Foi então que os soldados receberam autorização para reagir com as armas de fogo, que ainda não haviam sido disparadas.
  • Os soldados israelenses abriram fogo, visando atingir as pernas dos atacantes, tomando, assim, controle da situação e da embarcação.
  • Após controlada a situação, os feridos foram rapidamente transferidos para hospitais israelenses para tratamento.

Os ativistas se preparam para atacar os soldados israelenses:

Vídeo do confronto entre tripulantes e soldados israelenses:

Outro vídeo do confronto:

Clique aqui para ver os detalhes do confronto entre tripulantes e soldados israelenses (em inglês).



Soldados israelenses feridos

Conclusão

  • Dos 6 navios, apenas o "Mavi Marmara" não aceitou os termos de negociaçãode Israel.
  • Por que? O que tinha este navio de diferente dos outros?
  • Devemos tomar cuidado com a cobertura tendenciosa da imprensa antes de julgar qualquer ação dessa magnitude, que resultou na morte de ao menos 10 ativistas, além dos inúmeros feridos, entre eles soldados israelenses gravemente feridos.
  • Pelos vídeos e fatos expostos, conclui-se que a tripulação do Marmara não tinha fins pacíficos, já que estavam preparados para um confronto.
  • Apoiamos sempre as soluções pacíficas e, para tanto, lamentamos todas as mortes ocorridas no incidente. No entanto, elas são de total responsabilidade dos organizadores da flotilha.

Extraído de www.jjo.org.br - Juventude Judaica Organizada - http://www.beth-shalom.com.br

A Juventude Judaica Organizada (JJO) se preocupa em esclarecer as notícias tendenciosas sobre o Estado de Israel e o povo judeu. Acreditamos que somente através de um ativismo voltado à educação e à cultura poderemos diminuir o preconceitoe a intolerância. Lutamos pela coexistência, respeito, mas, acima de tudo, pela VERDADE. Não acreditem em tudo que a mídia transmite.

Mais esclarecimentos:

 


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